# StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear

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On June 5, US May nonfarm payrolls surged by 172,000, far exceeding expectations of 85,000 and hitting a three-month high. Following the data release, market pricing for a Fed rate hike by year-end jumped from 48% to about 70%. The Nasdaq plunged over 4%, while the Philadelphia Semiconductor Index tumbled more than 10%. Macro pressure continues to weigh on markets. 📊 Sources: US Labor Department / CME FedWatch

Medo de aumento de taxas?
Dados fortes de emprego nos EUA acabaram de mudar a conversa.
Os mercados esperavam sinais de crescimento mais lento.
Em vez disso, o mercado de trabalho trouxe outra surpresa.
🔹 Emprego superou as expectativas
Dados recentes de Folha de Pagamentos Não Agrícolas vieram mais fortes do que o previsto, mostrando que a economia dos EUA continua criando empregos a um ritmo saudável.
Ao mesmo tempo:
📈 Crescimento do emprego acelerou
📈 Pressões salariais permaneceram firmes
📈 Resiliência do mercado de trabalho continuou
Para a economia, isso é um sinal positivo.
Para as
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#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear 📊 Análise Técnica do Bitcoin (BTC) e Estratégia Intradiária
📅 Data: 8 de junho de 2026 | Preço Atual: ≈ $63.250 USDT
O Bitcoin está a experimentar uma recuperação de sobrevenda após uma queda no fim de semana. Enquanto o momentum de curto prazo está a virar para cima, a estrutura de mercado mais ampla permanece firmemente em tendência de baixa. Aqui está a sua análise de grau institucional e o plano de negociação acionável para o dia.
1. Tendência Macro e Sentimento de Mercado
Tendência Principal: Baixista. A retração de 22% desde o máximo de maio d
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CryptoSat:
🚨 Principais vencedores do TradFi agora

Movimentos fortes no setor de tokens de ações hoje:
$ASTS → +9,61%
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#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear
Os mercados financeiros costumam celebrar dados económicos fortes, mas no ambiente macroeconómico de hoje, números positivos de emprego podem criar pressões inesperadas nos mercados globais. O último relatório de Emprego Não Agrícola dos EUA para maio entregou exatamente esse resultado, forçando os investidores a repensar a perspetiva de política monetária e desencadeando uma volatilidade renovada em ações, obrigações e criptomoedas.
A economia dos EUA criou 172.000 novos empregos durante maio, superando dramaticamente as expectativas do mercado de c
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Syeda:
Para a Lua 🌕
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#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear
Em 5 de junho de 2026, o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório de Empregos Não Agrícolas de maio, e os números surpreenderam o mercado. A economia dos EUA criou 172.000 empregos em maio, aproximadamente o dobro do que os economistas haviam previsto. A previsão consensual era de apenas 85.000 empregos, com algumas estimativas variando entre 80.000 e 88.000. A taxa de desemprego manteve-se estável em 4,3 por cento, exatamente conforme as expectativas. Isso não foi apenas uma pequena surpresa; foi uma vitória r
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HighAmbition
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Em 5 de junho de 2026, o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório de Empregos Não Agrícolas de maio, e os números surpreenderam o mercado. A economia dos EUA criou 172.000 empregos em maio, aproximadamente o dobro do que os economistas haviam previsto. A previsão consensual era de apenas 85.000 empregos, com algumas estimativas variando entre 80.000 e 88.000. A taxa de desemprego manteve-se estável em 4,3 por cento, exatamente conforme as expectativas. Isso não foi apenas uma pequena superação; foi uma vitória retumbante. O mês anterior de abril já tinha sido revisado para cima, para 179.000 empregos, então o mercado de trabalho não mostrava sinais de desaceleração de forma alguma. A média de ganhos de empregos nos últimos três meses permaneceu sólida, pintando um quadro de uma economia que ainda estava funcionando a um ritmo constante, com empresas continuando a contratar, consumidores continuando a gastar e salários continuando a subir.
O termo-chave no título é "Rekindle". Essa palavra significa reacender ou trazer de volta algo que havia desaparecido anteriormente. Neste contexto, significa que o medo de aumentos nas taxas de juros, que havia diminuído um pouco nos meses anteriores à medida que o mercado esperava cortes de taxas, voltou com força total. Antes deste relatório de NFP, muitos investidores e participantes do mercado tinham construído suas estratégias com base na expectativa de que o Federal Reserve eventualmente cortaria as taxas de juros. A narrativa era de que o mercado de trabalho estava estagnado, as demissões estavam aumentando e a economia desacelerando, tudo isso levando o Fed a afrouxar a política monetária. Wall Street estava precificando um caminho gradual de reduções de taxas. Mas o número de 172.000 empregos quebrou completamente essa narrativa.
Aqui está o porquê de dados de emprego fortes reacenderem o medo de aumento de taxas, passo a passo. Primeiro, quando o crescimento de empregos é robusto, isso indica que a economia ainda está forte e que as empresas estão confiantes o suficiente para contratar mais trabalhadores. Segundo, uma economia forte com mais pessoas ganhando salários significa mais gastos dos consumidores, o que impulsiona a demanda por bens e serviços. Terceiro, quando a demanda supera a oferta, as empresas podem aumentar os preços, o que alimenta a inflação. Quarto, o mandato principal do Federal Reserve é manter a inflação sob controle, idealmente em torno de 2 por cento. Quando a inflação está acima da meta, como estava em 3,8 por cento ano a ano em abril de 2026, o Fed não pode se dar ao luxo de reduzir as taxas de juros, pois isso tornaria os empréstimos ainda mais baratos e estimularia ainda mais os gastos e a inflação. Quinto, em vez de cortar taxas, o Fed pode precisar manter as taxas elevadas por mais tempo ou até mesmo aumentá-las ainda mais para esfriar a economia e trazer a inflação de volta à sua meta.
A reação no mercado de contratos futuros de taxas de juros foi imediata e dramática. Segundo a ferramenta FedWatch do CME, a probabilidade de uma alta de juros do Federal Reserve até a reunião de política de dezembro de 2026 saltou para 68,4 por cento, contra apenas 52 por cento no dia anterior ao relatório de NFP. Para a reunião de junho, o mercado ainda esperava que o Fed mantivesse as taxas estáveis na faixa de 3,50 a 3,75 por cento, mas a perspectiva de dezembro mudou drasticamente para um aperto. O rendimento do Tesouro de 10 anos disparou para 4,52 por cento, e o de 2 anos subiu 7 pontos base, para 4,12 por cento. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland e considerada a votante mais hawkish no Comitê Federal de Mercado Aberto, afirmou após o relatório de empregos que pode logo ser apropriado aumentar as taxas, dado que o mercado de trabalho parece estar em equilíbrio e as pressões inflacionárias permanecem elevadas. Mesmo o estrategista global-chefe do JPMorgan, David Kelly, reconheceu a situação, embora tenha alertado que seria perigoso para o Fed aumentar as taxas dado o contexto mais amplo.
A frase "rekindle" é particularmente importante porque o medo de aumentos de taxas já existia antes. Em 2023 e início de 2024, o Fed já havia realizado uma série de aumentos de taxas para combater a inflação crescente. Em 2026, as taxas haviam caído de seu pico para a faixa de 3,50 a 3,75 por cento, e muitos investidores começaram a acreditar que o ciclo de aperto tinha acabado. O mercado começou a olhar para cortes de taxas, o que tornaria os empréstimos mais baratos, incentivaria investimentos em ativos de risco como criptomoedas e ações, e criaria um ambiente mais favorável para investimentos voltados ao crescimento. Mas o forte relatório de NFP lembrou a todos que a luta do Fed contra a inflação ainda não foi vencida, e que o banco central pode precisar retornar a uma postura mais agressiva.
Agora vamos discutir o que tudo isso significa para o Bitcoin e o mercado de criptomoedas, passo a passo, em detalhes. Quando o relatório de NFP foi divulgado em 5 de junho, o Bitcoin já estava sob pressão de múltiplos fatores adversos. A criptomoeda vinha caindo há cerca de 10 dias, perdendo aproximadamente 19.000 dólares desde as máximas recentes. Mas os dados de NFP aceleraram a venda de forma dramática. O Bitcoin caiu cerca de 4 por cento nas horas imediatamente seguintes ao relatório. Atingiu um suporte intradiário de aproximadamente 59.100 dólares, abaixo do nível crítico de 60.000 dólares, antes de se estabilizar perto de 59.400 dólares. Isso marcou o preço mais fraco do Bitcoin desde outubro de 2024. Na semana passada, o Bitcoin caiu quase 20 por cento, e desde seu pico de outubro acima de 126.000 dólares, perdeu mais de 52 por cento de seu valor.
O mecanismo pelo qual dados fortes de NFP impactam o Bitcoin funciona através de vários canais interligados. O primeiro canal é o do interesse de taxa. Quando as expectativas de aumento de taxas aumentam, os custos de empréstimo sobem em toda a economia. Taxas mais altas tornam mais caro financiar investimentos, e reduzem a atratividade de ativos de risco como o Bitcoin, que não geram juros ou dividendos. Investidores podem obter um retorno mais seguro e garantido mantendo títulos do Tesouro ou guardando dinheiro em contas de poupança, portanto o apelo relativo de ativos especulativos diminui. O segundo canal é o do dólar forte. Dados fortes de NFP normalmente aumentam a confiança na economia dos EUA, fortalecendo o dólar americano. Um dólar mais forte torna o Bitcoin, que é cotado em dólares, relativamente mais caro para compradores internacionais, reduzindo a demanda global. O terceiro canal é o do apetite ao risco. Quando os investidores temem que a política monetária se torne mais restritiva, tendem a reduzir sua exposição a ativos de risco em geral. Isso significa que eles retiram capital não só do Bitcoin, mas também de ações, especialmente ações de tecnologia de alto crescimento, e de outros investimentos especulativos. O quarto canal é o da liquidez. Taxas de juros mais altas drenam liquidez do sistema financeiro. Menos liquidez significa menos dinheiro circulando nos mercados, o que reduz a pressão de compra e pode ampliar a pressão de venda. O quinto canal é o do sentimento. O impacto psicológico do medo de aumentos de taxas cria um ciclo de feedback negativo. À medida que os preços caem, mais investidores entram em pânico e vendem, empurrando os preços ainda mais para baixo, o que assusta ainda mais investidores, e o ciclo continua.
O mercado de criptomoedas mais amplo também sofreu. Ações relacionadas a criptomoedas caíram fortemente após a abertura dos mercados dos EUA na sexta-feira, e o Índice de Medo e Ganância estava em 11, firmemente na zona de "Medo Extremo". Essa leitura é significativa porque indica que o mercado está psicologicamente posicionado em um nível muito pessimista, significando que a maioria dos participantes está com medo demais para comprar. No entanto, historicamente, leituras extremas de medo às vezes precedem reversões, porque uma vez que as vendas se esgotam, até mesmo um pequeno catalisador positivo pode gerar uma recuperação.
Também vale notar que o choque de NFP não foi o único fator negativo enfrentando o Bitcoin neste momento. Vários fatores adversos se combinaram simultaneamente. A estratégia de Michael Saylor, que tinha sido o maior comprador individual de Bitcoin, virou vendedora, removendo uma importante fonte de demanda. Investidores em ETFs de Bitcoin estavam saindo, com saídas significativas reportadas. A perspectiva de aumentos de taxas de juros estava adicionando pressão macroeconômica. E o capital especulativo estava cada vez mais focado na tendência de IA, em vez de criptomoedas, desviando dinheiro de ativos digitais. A combinação de todos esses fatores criou o cenário que analistas de mercado descreveram como "boa notícia é notícia ruim", onde dados econômicos fortes eram na verdade prejudiciais aos ativos de risco porque indicavam uma política monetária mais restritiva no horizonte.
O contexto geopolítico também importa. O conflito entre EUA e Irã interrompeu rotas de navegação no Estreito de Hormuz e elevou os preços do petróleo acima de 100 dólares por barril no pico, contribuindo para uma inflação do IPC de 3,8 por cento ao ano. Essa inflação elevada, combinada com um mercado de trabalho resiliente, criou uma situação difícil para o Fed. O banco central estava praticamente preso: a inflação estava acima da meta e sendo alimentada tanto pela demanda doméstica quanto pelos choques energéticos geopolíticos, enquanto o mercado de trabalho não mostrava sinais de enfraquecimento que naturalmente desacelerariam a economia. Essa dupla pressão significava que o Fed tinha pouco espaço para afrouxar a política, exatamente por isso o medo de aumentos de taxas foi reacendido com tanta força.
Em resumo, o título "Empregos Não Agrícolas Fortes Reacendem o Medo de Aumentos de Taxas" captura uma dinâmica crítica. O robusto número de empregos de maio, de 172.000, o dobro dos 85.000 esperados, forçou os investidores a reavaliar completamente suas suposições sobre a política do Federal Reserve. Onde o mercado tinha precificado cortes graduais, agora tinha que confrontar a possibilidade de aumentos de taxas. Essa mudança reverberou em todas as classes de ativos. O dólar se fortaleceu, os rendimentos dos títulos dispararam, o ouro caiu 3,27 por cento no dia, as ações despencaram, e o Bitcoin quebrou abaixo de 60.000 dólares, atingindo seu nível mais fraco desde outubro de 2024. O mercado de criptomoedas entrou na zona de medo extremo à medida que múltiplos fatores adversos se combinaram. A lição essencial é que, no ambiente macroeconômico atual, dados econômicos fortes são notícias ruins para ativos de risco porque indicam que o Fed manterá ou até aumentará sua postura monetária restritiva, mantendo o custo do capital alto e reduzindo a atratividade de investimentos especulativos como o Bitcoin.@Gate_Square #ShareYourUSStocksWinNvidia #IranAttacksIsrael #TradeCFDWinGold #Web3SecurityGuide
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*#FortesDadosDeEmpregoNãoAgrícolaReacendemMedoDeAumentoDeTaxas* - os mercados foram atingidos com essa vibe exatamente este mês. Emprego forte = "uh oh, o Fed pode aumentar novamente".
1. *Os dados de emprego de maio que o desencadearam*
*Emprego de maio de 2026*: +172.000 empregos adicionados vs 88.000 esperados - quase o dobro
*Desemprego*: manteve-se firme em 4,3%
*Reação do mercado*: ações caíram, o dólar disparou para máxima de 2 meses
2. *Por que isso reacendeu o medo de aumento*
*Probabilidades de aumento de taxa subiram*:
- *Mercado de previs
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*#FortesDadosDeEmpregoNãoAgrícolaReacendemMedoDeAumentoDeTaxa* - os mercados foram atingidos com essa vibe exata este mês. Emprego forte = "uh oh, o Fed pode aumentar novamente".
1. *Os dados de NFP de maio que o desencadearam*
*NFP de maio de 2026*: +172.000 empregos adicionados vs 88.000 esperados - quase o dobro
*Desemprego*: manteve-se firme em 4,3%
*Reação do mercado*: ações venderam-se, o dólar disparou para máxima de 2 meses
2. *Por que isso reacendeu o medo de aumento*
*Probabilidades de aumento de taxa subiram*:
- *Mercado de previsão Kalshi*: 52% de chance de aumento este ano, contra 25,3%
- *CME FedWatch*: 50% de chance de taxa mais alta este ano
- *CoinCentral*: probabilidades de aumento atingiram 68,3% contra 50,4% no dia anterior, "efetivamente excluindo cortes de curto prazo"
*Contexto do Fed*:
1. *Inflação núcleo* ainda resistente em 3,3% ano a ano em abril
2. *Presidente do Fed Kevin Warsh* agora liderando - o mercado espera que ele sinalize disposição para aumentar se as preocupações com a inflação crescerem
3. *Goldman Sachs* adiou o primeiro corte para dezembro de 2026 devido à economia resiliente
3. *Repercussões no mercado*
*Ações*: Nasdaq -2,1%, S&P 500 -1,1%, Dow -140 pontos no dia do relatório de empregos
*Dólar*: saltou para o mais alto em aproximadamente 2 meses. DXY em 99,717, máxima de 2 meses
*Títulos*: rendimentos de 10 anos subiram, ações de tecnologia/IA puxaram para baixo
*Iene*: caiu para 160,29, zona de intervenção
4. *O dilema do Fed*
Mercado de trabalho forte = o Fed não precisa cortar ainda. Mas eles estão "entre a cruz e a espada":
1. *Lado do aumento*: empregos apertados + inflação núcleo resistente de 3,3% = pressão para subir
2. *Lado do corte*: tarifas + temores de crescimento. FMI diz que a inflação dos EUA atingirá a meta de 2% até o final de 2027
*Linha Powell/Warsh*: O Fed quer que "o mercado de trabalho seja sustentavelmente apertado" mas sem superaquecimento. Contratações fortes podem forçar taxas mais altas do que o projetado
Conclusão
172 mil empregos acabaram com a narrativa de "corte de taxa em breve". O mercado agora precifica uma chance de 50-68% de aumento. Os próximos dados de inflação decidirão se Warsh realmente aciona o gatilho.
É por isso que o BTC caiu para $66K também - ativos de risco odeiam "mais tempo mais alto".
Você acha que o Fed aumenta novamente ou isso é só medo falando?
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#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear O Mercado de Trabalho Recusa-se a Esfriar Aumento da Taxa do Fed Volta à Agenda
Um relatório de emprego acabou de remodelar todo o panorama macroeconómico para 2026. Os empregos não agrícolas de maio vieram em 172.000, o dobro dos 85.000 previstos pelos economistas, e os dois meses anteriores foram revisados para cima em 93.000 empregos combinados. A mensagem é inequívoca: o mercado de trabalho dos EUA não está a desacelerar. Está a acelerar.
A reação imediata do mercado foi rápida e brutal. O S&P 500 caiu mais de 2% para perto de 7.427, o pior dia de
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Falcon_Official
#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear O mercado de trabalho recusa-se a arrefecer A subida das taxas do Fed volta à agenda
Um relatório de emprego acabou de redesenhar todo o panorama macroeconómico para 2026. Os empregos não agrícolas de maio vieram em 172.000, o dobro dos 85.000 que os economistas previam, e os dois meses anteriores foram revistos para cima em 93.000 empregos no total. A mensagem é inequívoca: o mercado de trabalho dos EUA não está a desacelerar. Está a acelerar.
A reação imediata do mercado foi rápida e brutal. O S&P 500 caiu mais de 2% para perto de 7.427, o pior dia desde outubro. O Dow caiu 0,9% para cerca de 51.094. As grandes tecnológicas lideraram a venda, arrastando todo o mercado para baixo. A nota do Tesouro dos EUA a 10 anos, de referência, subiu mais de 7 pontos base para 4,553%, com os títulos a sofrer uma venda acentuada. O Índice do Dólar dos EUA disparou quase 30 pontos, empurrando o iene além de 160, aproximando-se de níveis que anteriormente desencadearam intervenção japonesa, com a Ministra das Finanças Satsuki Katayama já a alertar para ações decisivas. O euro caiu 0,29% para $1,1575.
Mas a mudança mais consequente aconteceu nas expectativas de taxas. Antes do relatório de emprego, o mercado de previsão Kalshi mostrava apenas uma probabilidade de 25,3% de uma subida da taxa do Fed este ano. Após o relatório, essa probabilidade duplicou para 52%. A ferramenta FedWatch do CME registou uma probabilidade de 68,4% de aumento da taxa até à reunião de dezembro, face a 52% apenas 24 horas antes. A Bloomberg relatou que os swaps de taxas de juro mostram que os traders estão a precificar totalmente um aumento de um quarto de ponto até ao final do ano, com cerca de 60% de hipótese de o movimento ocorrer já em outubro. Isto é uma reversão dramática; há meses, os mercados debatiam quantas cortes haveria este ano.
O contexto é essencial. A taxa de fundos federais encontra-se atualmente entre 3,50% e 3,75%. O Fed, agora liderado por Kevin Warsh, enfrenta um duplo desafio: inflação impulsionada pela guerra e resiliência do emprego. O IPC core atingiu 3,3% ano a ano em abril, bem acima da meta de 2%. O conflito com o Irão elevou o IPC geral para 3,8%, com os preços da energia a atuar como um catalisador persistente de inflação. O relatório de emprego basicamente disse ao Fed: a economia consegue absorver taxas mais altas. O mercado de trabalho não apresenta fissuras, fornecendo o poder de fogo necessário para combater a inflação.
Para o Bitcoin, a narrativa de subida de taxas é uma pressão direta para baixo. O BTC negocia entre cerca de $60.000 e $63.500, aproximadamente 50% abaixo do seu máximo histórico de $126.080. Os ETFs de Bitcoin à vista registaram fluxos de saída recorde de mais de $1,40 mil milhões na primeira semana de junho. Taxas mais altas significam liquidez mais apertada, um dólar mais forte e maior pressão sobre ativos de risco. A correlação entre cripto e ações tecnológicas mantém-se estreita, e as tecnológicas sofreram o pior na venda do dia do relatório de emprego.
O ouro sofreu um duplo impacto. Apesar de tradicionalmente servir como refúgio seguro durante riscos geopolíticos e inflação, o ouro caiu 23% desde o pico de janeiro de $5.608 até aproximadamente $4.314 em 8 de junho. As expectativas de subida de taxas sobrepuseram-se ao prémio geopolítico — taxas mais altas tornam os metais sem rendimento menos atraentes em relação a ativos que geram rendimento. Analistas descrevem agora o comportamento do ouro como mais semelhante a ativos de risco do que a um refúgio seguro.
O cenário estratégico: o Fed provavelmente irá subir as taxas antes do final do ano, com a reunião do FOMC de 17-18 de junho como o próximo ponto de controlo crítico. O rendimento do Tesouro a 10 anos caminha para 4,70%. A força do dólar está a criar efeitos de onda nas moedas e commodities dos mercados emergentes. Os ativos de risco enfrentam uma dupla pressão: incerteza geopolítica mais aperto monetário.
As estratégias de negociação estão a adaptar-se. Alguns analistas veem acumulação tática de Bitcoin perto da zona de $60.000 a $62.000, mas com uma paragem rígida em $55.000, dada a pressão de saída de ETFs estruturais. A tese de títulos do Tesouro de curto prazo é reforçada. O dimensionamento de posições deve ser reduzido antes de eventos binários de risco geopolítico durante o fim de semana.
A conclusão do relatório de emprego de maio: a economia dos EUA não está a dar permissão ao Fed para cortar taxas, mas sim a abrir caminho para uma subida. Os mercados estão agora a lidar com um percurso de taxas completamente diferente, e as implicações para ações, obrigações, ouro e cripto irão desenrolar-se nos próximos meses.
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QuietBloom:
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#EmpregosNãoAgrícolasFortesReacendemMedoDeAumentoDeTaxas
📊 Justo quando os mercados esperavam cortes de taxas, o mercado de trabalho mudou toda a conversa
Durante meses, os investidores têm se posicionando para um futuro onde a Reserva Federal começaria a afrouxar a política monetária gradualmente. A suposição era simples: a inflação desaceleraria, o crescimento econômico diminuiria, e cortes de taxas eventualmente aconteceriam.
Então veio o último relatório de Empregos Não Agrícolas.
Em vez de mostrar uma economia enfraquecida, os dados revelaram um mercado de trabalho que permanece notavelm
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ShainingMoon:
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#StrongNonfarmPayrollsRekindleRateHikeFear O mercado de trabalho recusa-se a arrefecer A subida das taxas do Fed volta à agenda
Um relatório de emprego acabou de redesenhar todo o panorama macroeconómico para 2026. Os empregos não agrícolas de maio vieram em 172.000, o dobro dos 85.000 que os economistas previam, e os dois meses anteriores foram revistos para cima em 93.000 empregos no total. A mensagem é inequívoca: o mercado de trabalho dos EUA não está a desacelerar. Está a acelerar.
A reação imediata do mercado foi rápida e brutal. O S&P 500 caiu mais de 2% para perto de 7.427, o pior dia
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Luna_Star:
2026 GOGOGO 👊
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O último relatório de Emprego Não Agrícola (NFP) voltou a lembrar os investidores do porquê de os dados do mercado de trabalho permanecerem como um dos fatores mais influentes nos mercados financeiros. Um relatório de emprego mais forte do que o esperado indica que a economia dos EUA continua a criar empregos a um ritmo saudável, mas também levanta preocupações de que as pressões inflacionárias possam permanecer persistentes.
Do ponto de vista macroeconómico, um mercado de trabalho robusto pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, um forte cresci
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QueenOfTheDay:
Para a Lua 🌕
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Em 5 de junho de 2026, o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório de Empregos Não Agrícolas de maio, e os números surpreenderam o mercado. A economia dos EUA criou 172.000 empregos em maio, aproximadamente o dobro do que os economistas haviam previsto. A previsão consensual era de apenas 85.000 empregos, com algumas estimativas variando entre 80.000 e 88.000. A taxa de desemprego manteve-se estável em 4,3 por cento, exatamente conforme as expectativas. Isso não foi apenas uma pequena superação; foi uma vitória
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2In1:
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